A atual configuração dos
continentes na superfície da Terra é resultado de um processo que levou a
fragmentação e o afastamento das terras emersas, a partir de um único bloco de
terras que era denominado Pangeia.
Duas teorias se
complementam para procurar explicar as etapas desses processos, responsável
também pela formação do relevo da Terra e pelas transformações que ocorrem na
crosta terrestre: - Teoria da Deriva dos Continentes e a Teoria das Placas Tectônicas.
A
Teoria da Deriva dos Continentes
Segundo Wegner, um alemão autor a Teoria da Deriva dos Continentes, há
200 milhões de anos teria existido um único super continente, a Pangeia,
cercado de um único oceano o Pantalassa. Pangeia ( que em grego significa:
todas as terras) e Pantalassa (em grego significa: todos os mares).
A principal evidencia da
teoria de Wegner era a possibilidade de um encaixe perfeito entre a costa
ocidental da Africa e a costa oriental
da América do Sul. Além disso, esta teoria se fundamenta também nas evidencias
climáticas, geológicas semelhantes entre as duas áreas litorâneas destes continentes .
A
Teoria das Placas Tectônicas
Com a invenção de novas
tecnologias, durante a década de 60, os geólogos americanos HEss e Dietz conseguiram a explicação que Wegner não havia
conseguido em 1910.
Para os dois cientistas as
ideias de Wegner sobre a deriva dos continentes e a descobertas da expansão dos
fundos oceânicos explicam a Teoria das Tectônicas de Placas. Nesta teoria a litosfera, ou seja a crosta
terrestre, está dividida em placas com espessuras bastante variadas, as chamadas
placas tectônicas, que flutuam sobre a astenosfera (o material pastoso que está
no interior da Terra em estado de semifusão). As placas flutuam sobre esse
material como no princípio físico da Isostasia.
1)
O que é Isostasia?
(livro página 90)
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